Tyler Ward. Um dos melhores achados no Youtube.

Vagando pela internet à madrugada me deparei com esse sujeito, transformando "hits" em "hits" melhores ainda. Suas ideias são fenomenais, como músico ele é fantastico, como produtor, melhor ainda. Confira!

American Idol season 10. Uma das melhores!

Com um trio lendário de jurados e provavelmente um conjunto dos melhores ídolos já vistos em toda história do programa, esta temporada de American Idol é a mais vista nos Estados Unidos, chegando à casa dos 25 milhões de espectadores. Confira!

THE ROCK IS DEAD?

Um dos movimentos mais singulares e grande repercursão no mundo inteiro é pauta de conversa hoje no blog. Desde os seus tempos mais remotos até os tempos modernos, será que o "o rock morreu"? Confira!

Brasil #FAIL ?

Será que tão respeitada bandeira brasileira faz jus ao lema "Ordem e Progresso"? Neste post irei abordar a questão das taxas de importação aqui no BRA, usando como exemplos equipamentos de áudio. Confira!

domingo, 15 de maio de 2011

O rock morreu?

Para os verdadeiros amantes de um dos mais belos estilos musicais de todos os tempos, a impressão é que de uns tempos para cá, o mencionado estilo teria sumido, evaporado no ar.
Bom, eu sou parcial para falar do assunto pois sou amante incondicional de música e, muito mais quando se trata de rock.
Claro que durante minha vidinha aprendi que rock não é tudo na música. Aprendi a apreciar jazz, blues, pop, metal, música erudita e vários outros estilos. Mas como falei, o rock sempre predominou em minha biblioteca musical. Ser um bom músico é aprender a tirar o melhor dos outros estilos e adaptar ao seu, afinal, nunca se pode perder sua particularidade como profissional na área da música, esse é o ponto.

Voltando ao objetivo da conversa, existe resposta correta para a pergunta "o rock morreu?"? Não. E nem teria como ter resposta certa, afinal, cada um tem o seu ponto de vista do que pode ser bom hoje em dia. Nós humanos, gostamos muito de rotular e separar/especificar em estilos; músicas, culturas e condutas. É perfeitamente natural, isso que nos torna únicos. 
Entretanto ao analisar o contexto como um só, "nada existiria sem o que existiu antes" e, não foi o movimento do rock'n'roll que deu início a tudo. As manifestações culturais compreendidas nos dias de hoje como música, se deram antes de Cristo. Então, como já mencionado na descrição do blog, difícil discutir a real origem e o quão velha é a música.

Agora, fica mais fácil se pegarmos o movimento intitulado como Rock and Roll. 

O rock and roll surgiu nos subúrbios dos Estados Unidos no final dos anos 1940 e início da década de 1950 e rapidamente se espalhou para o resto do mundo. No começo o novo subgênero do rock sofreu várias críticas negativas e algumas positivas, mas sempre atrapalhando seus trabalhos. Muitos diziam que o novo rock,incentivava o satanismo. Suas origens imediatas remontam a uma mistura entre vários gêneros musicais populares da cultura negra naquele momento, incluindo o rhythm and blues, o country e o western. Em 1951, na cidade de Cleveland (no Estado do Ohio), o discotecário Alan Freed começou a tocar rhythm and blues para uma plateia multi-racial e a ele é creditado a primeira utilização da expressão "rock and roll" para descrever a música. (http://pt.wikipedia.org/wiki/Rock#Rock_and_roll Acessado em 11/05/2011)

Em 1951, em Cleveland, Ohio, o DJ Alan Freed começou a tocar rhythm and blues para uma audiência multi-racial. Freed é creditado como o primeiro a utilizar a expressão 'rock and roll' para descrever a música. No entanto, o termo já tinha sido introduzido ao público dos EUA, especialmente na letras de muitas gravações rhythm and blues. Três diferentes canções com o título 'Rock and Roll' foram gravadas no final dos anos 1940: uma em 1947 por Paul Bascomb, outra por Wild Bill Moore, em 1948, e ainda outra em 1949 por Doles Dickens, e a expressão estava em constante uso nas letras de canções R&B da época. Um outro registo onde a frase foi repetida durante toda a canção foi em Rock and Roll Blues, gravado em 1949 por Erline 'Rock and Roll' Harris.

A expressão foi também incluída nos anúncios para o filme Wabash Avenue, estrelado por Betty Grable e Victor Mature. Um propaganda para o filme que circulou em 12 de abril de 1950 anunciou Ms. Grable como …the first lady of rock and roll e Wabash Avenue como …the roaring street she rocked to fame.

Até então, a frase rocking and rolling (balançar e rolar), conforme uma gíria laica negra para dançar ou fazer sexo, apareceu em gravações pela primeira vez em 1922, na canção My Man Rocks Me Com Um Steady Roll, de Trixie Smith. Mesmo antes, em 1916, o termo rocking and rolling foi usado com uma conotação religiosa, no registro fonográfico de The Camp Meeting Jubilee, gravado por um quarteto masculino desconhecido.

A palavra rock teve uma longa história no idioma inglês como uma metáfora para to shake up, to disturb or to incite ("sacudir, perturbar ou incitar"). Em 1937, Chick Webb e Ella Fitzgerald gravaram "Rock It for Me", que incluía na letra o verso So won't you satisfy my soul with the rock and roll. (Então, você não vai satisfazer a minha alma com o rock and roll.). Rocking era um termo usado por cantores negros gospel no Sul dos Estados Unidos para dizer algo semelhante ao êxtase espiritual. Pela década de 1940, no entanto, o termo foi usado como um duplo sentido, referindo-se pretensamente a dançar, mas também com o significado de implícito de sexo, como em "Good Rocking Tonight", de Roy Brown.

O verbo roll era uma metáfora medieval que significava ter relações sexuais. Durante centenas de anos, escritores têm utilizado expressões como They had a roll in the hay ou I rolled her in the clover. Os termos eram muitas vezes utilizados em conjunto (rocking and rolling) para descrever o movimento de um navio no mar, por exemplo, como na canção Rock and Roll, das Irmãs Boswell, em 1934, que apareceu no filme Transatlantic Merry-Go-Round' (literalmente, Transatlântico Carrossel), naquele mesmo ano, e na canção "Rockin 'Rollin' Mama", de Buddy Jones, em 1939. O cantor country Tommy Scott se referia ao movimento de um trem na ferrovia em Rockin e Rollin, de 1951. (http://pt.wikipedia.org/wiki/Rock_and_roll#Origens_da_express.C3.A3o Acessado em 12/05/2011)

Destas ramificações surgiram renomados profissionais, das "épocas mais remotas", tais como Jerry Lee Lewis, Little Richard, Chucky Berry, Jimi Hendrix e outros.

O movimento foi se expandindo e novas bandas foram formando-se, levando o movimento à frente, claro que cada uma com o seu estilo, mas sempre com o gostinho do rock puro. Elvis Presley, The Beatles, The Who, Rolling Stones, Deep Purple, Pink Floyd, Aerosmith, AC/DC, The Doors, Guns N' Roses, Skid Row, Whitesnake e várias outras. Ficar citando aqui levaria dias.

Como já falei, e gostaria de repetir, cada banda fez o seu estilo tendo como base o rock, consolidando novas harmonias e sonoridades para todos os gostos.

Mas e hoje? O movimento continua forte como foi nas décadas anteriores? SIM e não. O movimento em si, mais foi visto como uma manifestação de protesto em forma de acordes, melodias e letras agressivas, contra os problemas enfrentados pelos cidadãos na época. Hoje, protestar não adianta nada ao meu ver, o máximo que o cidadão vai ganhar é um tiro na cara ou ir preso, o que nada resolve. Para isso existem outros meios...

A manifestação através da música, nada mais é, na minha nobre opinião, do que fazer os "instrumentos falar". Expressar sentimentos, sejam estes bons ou ruins, ou simplesmente contar uma história com uma música. Apesar de algumas músicas realmente não ter qualquer sentido lógico ou racional levando em conta a letra delas, é pela sua harmonia que se pode realmente sentir o que o cara que estava atrás dos microfones no estúdio queria "dizer". Essa é uma questão de análise crítica e minuciosa, que deve ser feita para se chegar à conclusão proposta.

E nesse aspecto, muitos músicos e bandas dos dias de hoje, fizeram jus ao título de bom profissional. Gostaria de citar alguns dos quais mais aprecio o trabalho. Porém, gostaria de deixar consignado aqui, que esta é a minha opinião pessoal.

Noel e Liam Gallagher
Oasis, uma das bandas que eu mais gosto, e uma das que se pode considerar "nova". Apesar do seu recente término devido às desavenças ocorridas entre os irmãos Gallagher, considero ela uma das melhores bandas de todos os tempos. As letras, em sua maioria, são uma "viaagem", porém, algumas se escapam, e estas são perfeitas. Eles conseguem combinar a melodia, harmonia e musicalidade em uma perfeita consonância agradável e ao mesmo tempo, o fazem com agressividade. Isso é essencial. Óbvio que não é puro rock n' roll. Como toda banda "moderna" os caras se renderam e compuseram várias músicas rotuladas como pop, porém, sem deixar de perder a essência do movimento. Recomendo muito conhecer melhor o trabalho dos caras, que não é pouca coisa. Oasis não é só Wonderwall.

John Mayer
Outro sujeito que tem prendito muita a minha atenção e ocupado bastante espaço no meu iPod é John Mayer. Seu estilo é compreendido como mais light. Conheci as músicas de John pelo seu álbum Continuum e comecei a pesquisar mais. Não me arrependi. Ele é o tipo de cara que consegue fazer uma mistura muito interessante que envolve o próprio rock, um grande toque de blues, outro toque de pop e ainda o som agradável do violão. As letras são expressivas, agradáveis e belas. O conjunto perfeito para o meu gosto e, acredito que também para muitos. Uma das canções que eu mais gosto, que inclusive não é composta originalmente por ele, é Bold as Love, originalmente gravada pela banda The Jimi Hendrix Experience. Eu simplesmente fico abismado com a qualidade da produção de John. Ele conseguiu interpretar a música fielmente e ainda, adicionar o seu toque pessoal, dando uma nova roupa à música.


Outras bandas também que não podem passar despercebidas: Cartolas, Tequila Baby, Drive e Cachorro Grande. Tenho o orgulho de dizer que todas são gaúchas!

Felizmente música existe para todos os gostos. Outra coisa, por favor, não pensem que as "modinhas" vão abalar, abafar ou destruir o movimento. Respeite cada um com o seu estilo. Os verdadeiros amantes do rock, nunca o abandonarão. Sou um exemplo vivo! Consigo conviver com muita música ruim todos os dias tranquilamente e nunca deixei de apreciar e principalmente, priorizar os meus gostos pessoais. Ser correto, ser um bom cidadão, um bom amigo, é saber respeitar o próximo, mesmo que os gostos e atitudes destes sejam abismais para você.

Então, para finalizar, posso não ter sido muito objetivo no post, mas ao meu ver O ROCK NÃO MORREU E JAMAIS MORRERÁ enquanto nós, apreciadores desta cultura o levarmos adiante. Para comprovar isso, basta procurar as inúmeras bandas de garagem pelo mundo inteiro, que não desistem desta paixão. Óbvio que a minha opinião está longe de ser predominante ou sequer correta. Para os mais ortodoxos posso ter falado muita bobagem, mas o bonito da coisa é isso, cada um ter a sua opinião, valores e crenças, com a condição de respeitar a do próximo.


Um grande abraço a todos!

BRASIL? #FAIL

Gostar de música e ser músico são coisas bem distintas. Para gostar de música, basta escutá-la. Já pra ser músico é imprescindível gostar de música, porém, não é necessário que quem goste de música seja músico. Diferenças básicas: Gostar de música qualquer pessoa é capaz. Agora, ser músico, além de ter que gostar muito de música, tem que ter vontade, talento, dedicação, paciência e dinheiro.

Apreciar a música é uma arte que se tornou muito fácil nos tempos de hoje. Com o avanço das tecnologias ter acesso à arte é muito fácil: Basta ter um computador, acesso à Internet e audição (melhor ainda se tiver uma "audição com bom senso").

Agora, ser músico... são outros quinhentos. Um músico precisa de instrumentos e equipamentos de áudio no mínimo modestos e, o acesso a eles não é tão fácil no Brasil. Tanto pela questão logística, afinal, nosso pobre país não tem mão de obra qualificada o bastante para fabricar produtos de qualidade, que a maioria dos músicos exige. Outra pelo fato de que os impostos aqui são absurdos. Falo dos impostos de importação, pois a maioria destes equipamentos não são fabricados aqui.

As taxas são absurdas e abusivas e na maioria das vezes acabam impossibilitando um bom músico ir em frente por falta de equipamentos. Uma questão retórica: "Se o Brasil não tem mão de obra, capacidade técnica e tecnologia o suficiente para suprir os consumidores exigentes, como músicos e amantes da tecnologia, porque impõe taxas absurdas nos impostos de importação?" O consumidor acaba ficando adstrito ao lixo produzido pelas empresas brasileiras e acaba regredindo.

Em uma conversa com um colega sobre o assunto, achei sua opinião muito justa e modesta, pois ele, em certo ponto concorda com a questão das taxas. Na teoria é muito bonito. Seria, em tese, uma proposta ambiciosa a longo prazo para estimular nossas empresas brasileiras a "adquirir" (pois a questão aqui é pecúnio) a tão deficiente mão de obra especializada e capacidade técnica que tanto carece o nosso país. Ao impor ao consumidor as tão mencionadas taxas, o Estado, acaba ponto duas alternativas: 

  • Compre no Brasil e estimule o nosso comércio interno.
  • Compre no exterior, porém, pague taxas, estas que são revertidas em favor do país e a nossa indústria (em tese, supostamente, em princípio sim, não necessariamente).

Na minha humilde opinião é uma ideia utópica. Por ser um plano de longo prazo, quem precisa AGORA, PRA AMANHÃ, acaba se entregando, comprando coisas de baixo padrão de qualidade ou pagando impostos exorbitantes. CORRE BINO, É UMA CILADA.

Para simples demonstração, fiz uma colagem grotesca no paint, comparando os preços dos produtos alvo dos músicos mais exigentes e entusiastas de gravação, nas lojas recomendadas por mim nas abas de navegação do blog. Elas, a B&H Photo, Video & Pro Audio loja americana de grande prestígio em todo o mundo, e as brasileiras Playtech, Musical Grellmann e outras.

Cliquem nas imagens para ampliar!


Não é birra, nem pirraça de criança grande! A diferença é gritante e desproporcional.

Algumas considerações:

  • Pagar imposto? Tudo bem, ótimo, concordo! Mas que seja um imposto justo, que seja condizente com a realidade do consumidor brasileiro!
  • Pagar imposto? Sim como já falei, mas que o imposto seja pago pelo valor real do produto também, o que na maioria das vezes não ocorre. Por exemplo: Comprei um produto que custa U$ 200,00 e o principal, PAGUEI OS DUZENTOS DÓLARES PELO PRODUTO MAIS O SEU FRETE e, chegou na Receita Federal, sendo "taxado" como um produto que custa U$ 500,00. Simplesmente por "amostragem", osmose, telepatia ou presunção (usem as expressões que melhor acharem), acabei levando prejuízo. Claro que posso pedir pro Órgão verificar a veracidade do valor declarado novamente, entretanto, o processo leva de 90 a 120 dias. E aí se eu estou dependendo do produto pra trabalhar? Toma ferro, esse é o lema do brasileiro.
  • Não tenho nada contra o Brasil. Mas não tenho nada a favor também. O sistema é quebrado, burocratizado, ou seja, falho = #fail. Além de tudo, sujo, infelizmente. Essa é uma questão que demandaria outro tópico para discussão que já é fora do foco do meu blog.
Tópicos para futuras discussões e questionamentos básicos:
  • O atual sistema implantado no Brasil é realmente funcional?
  • O atual sistema implantado no Brasil pode vir a trazer as tais benfeitorias citadas a curto ou a longo prazo?
  • A monopolização da relação consumista direcionada às grandes empresas Brasileiras tem se beneficiado com tudo isso?
  • Por fim, uma questão retórica: O consumidor Brasileiro, aquele exigente, com sede de tecnologia e qualidade, tem se beneficiado com tudo isso? Vale à pena neste momento?
Como sou um acadêmico de Direito, gostaria muito de compartilhar um pensamento que venho guardando comigo há muito tempo. Claro, não no sentido pejorativo ou ofensivo.

"Ordem e Progresso" é o lema nacional da República Federativa do Brasil a partir do momento de sua formação. A expressão é o lema político do Positivismo, forma abreviada do lema de autoria do positivista francês Augusto Comte: "O Amor por princípio e a Ordem por base; o Progresso por fim" (em francês L'amour pour principe et l'ordre pour base; le progrès pour but.). Seu sentido é a realização dos ideais republicanos: a busca de condições sociais básicas (respeito aos seres humanos, salários dignos etc.) e o melhoramento do país (em termos materiais, intelectuais e, principalmente, morais).

Ordem? Até um certo ponto sim.  Mas falta MUUUUUUITO pra se concretizar o objetivo principal da expressão "ordem" aqui no Brasil.
Progresso? Não estamos nem no começo meus caros. A defasada expressão "sou brasileiro e não desisto nunca" não tem mais nenhum significado lógico, real ou sequer válido. Estamos batendo na mesma tecla há muito tempo, e dela parecepost é um exemplo real, palpável do que estou escrevendo.

O que fazer? Alguns lutam, brigam, criticam (como estou fazendo). Já alguns, sentam e choram. E assim o ciclo nunca termina e a bola de neve aumenta. Um dia, essa dinamite que NÃO temos em nossas mãos vai explodir. Muitas baixas terão.

Grande abraço!

quarta-feira, 4 de maio de 2011

American Idol season 10. Uma das melhores!

A aclamada série americana do canal FOX, American Idol, está já em sua décima temporada e, esta, quase em seu final. Por ser uma série consabida, sinto-me livre para falar dela, afinal, do que se trata ela? Música e fama, status desejado por muitos de nós mortais. Óbvio que não entrarei no mérito do que é fama e nem explicar o que é música. Cada pessoa é livre para ter visões e acepções diferentes acerca destes. No entanto, o foco da minha conversa é esta temporada em si. Vou começar pela parte mais divertida, os jurados. A produção conseguiu reunir três lendas da música em um só lugar. Tarefa difícil né? 

Steven Tyler ou para os mais íntimos, Stephen Victor Tallarico, nascido em 26 de março de 1948, oriundo da cidade de Nova York, EUA, é músico, compositor e vocalista da conhecidíssima banda americana Aerosmith.

Sua personalidade no programa é extravagante, alegre e descontraída. Não tem medo de falar a verdade. Isso é ouro quando estamos tratando de decidir quem merece ser reconhecido como "ídolo". Particularmente, o cara é uma lenda. Entre os três, ele pra mim é que mais se destaca em termos de conhecimento musical, técnica e bom senso. Sim, bom senso. Um cara com uma carga dessas nas costas, com mais de 40 anos de experiência musical arrasa com qualquer um. Considero mais que um privilégio ver o sujeito encaminhar nossa geração para o verdadeiro caminho da música.


Jennifer Lopez ou Jennifer Lynn Lopez, nascida em 24 de julho de 1969 na cidade de Nova York, EUA, é atriz, compositora, produtora, coreógrafa, modelo, dançarina e cantora. Conhecida principalmente pela sua beleza exorbitante e pelos seus hits de sucesso mundial, lançou recentemente seu novo single On The Floor, atingindo 1º lugar nas charts do Reino Unido e Austrália.
Bom, é aqui que a parte interessante pra mim começa. A colidência entre estilos, o hard rock de Steven e as batidas pop de J.LO, tornam o programa tão interessante a ponto de ser viciante. Jennifer é bastante emotiva, não muito despreendida, fica adstrita apenas aos comentários pertinentes ao momento. Diferente do Steven, como já comentei acima, pode-se dizer que Tyler e Jennifer são os opostos. Já os comentários pacíficos e harmoniosos entre ambos, torna o show muito cativante a quem vê. Afinal, era de se esperar o contrário né? Percebe-se que Jennifer e Tyler estão trocando ideias e aprendendo um pouco mais sobre seus estilos colidentes. Ademais, a Jennifer está com 41 anos. Sim. E está um espetáculo de mulher. Corpo perfeito e a sua beleza natural  apaixona qualquer homem de primeira!

Randy Jackson ou Randall Darius Jackson, nascido em 23 de junho de 1956 na cidade de Baton Rouge, Louisiana, EUA, é produtor, músico e personalidade da televisão americana. Já participou como jurado em várias edições anteriores do American Idol.
Bom, considero o Randy uma pessoa com personalidade extremamente crítica e, de certa forma, me vejo nele. Nem os mínimos detalhes passam desperecepidos aos ouvidos e olhares de Jackson. Isso é ótimo para o programa, afinal, ele é a linha tênue entre a Jennifer e o Steven, pois ele explora muito a parte técnica da apresentação dos ídolos. Óbvio que isso é bom, ele sabe reconhecer um músico de verdade. Ser músico não é só ser bonito ou saber dançar, música é muito mais. Realmente, ele é o equilíbrio do trio lendário.

Eis os respeitáveis jurados, com suas diferentes opiniões formaram um dos melhores grupos já visto em toda a história do programa.

Bom, dentre os milhares de candidatos inscritos durante a fase de testes que foi realizada em várias cidades americanas, os jurados selecionaram apenas 24 sujeitos para participar da famosa Hollywood Week. Entre eles estavam, Naima Adedapo, Lauren Alaina, Kendra Campbell, Ashthon Jones, Thia Megia, Haley Reinhart, Karen Rodriguez, Pia Toscano, Lauren Turner, Tatynisa Wilson, Rachel Zevita, Julie Zorilla, Casey Abrams, Jovany Barreto, Jordan Dorsey, James Durbin, Clint Jun Gamboa, Tim Halperin, Stefano Langone, Brett Loewenstern, Jacob Lusk, Scotty McCreery, Paul McDonald e Robbie Rosen.

Top 24



Os 24 já eram muito talentosos, realmente impressionante o que essa diversidade de estilos e culturas trouxe ao programa. Mas, como regra do show, como todos sabem, dos 24 sobraram 12:


Top 12

E os 12 foram indo, e indo... Um mais impressionante que o outro. Vocais poderosos, técnicos e precisos. As performances eram de cair o queixo. Um cara que se destacou desde o começo para mim foi Casey. Momento marcante da série, foi quando ele quase foi eliminado do show. Hã? peraí? o Casey? É, vou abrir um corte epistemológico na história:


Casey Abrams, nascido em 12 de fevereiro de 1991, na cidade de Austin, Texas, EUA, é músico. E um puta músico! O cara tem 20 anos e só conseguiu arrancar elogios de todos os jurados até agora, inclusive de Randy Jackson, um dos mais exigentes do show. Suas performances são incríveis. São do tipo "what the hell he just did ??". Sim, realmente impressionantes. O cara brinca com a música, é seguro e além de tudo, um excelente vocalista. Tem todas as qualidades positivas para deixar no chinelo qualquer competidor do programa. Outro fato interessante é que ele sofre de uma patologia, colite ulcerosa, e necessita corriqueiramente de transfusões de sangue. Isso corrobora o fato de que o cara é o mestre! Mesmo padecendo desta doença ele continua firme. Pra mim, o programa já poderia acabar e eleger Casey como o ídolo americano.
Não estou em condições de prever a vontade do público americano, mas, o grande vacilo foi a sua "quase eliminação". Durante a votação do Top 11 do programa, ele foi um dos menos votados pelo público, o que foi um choque para todos, principalmente para mim. Entretanto, como já falei, os jurados usaram de seu bom senso e, graças a eles, Casey pode permanecer mais algumas semanas no programa.



Para entender do que eu estou falando, eis algumas apresentações dele durante o programa que gostaria de compartilhar:




















 

Impende ressaltar que os jurados apenas tinham a opção de resgatar UM ídolo durante toda a temporada do show. Sujeito sortudo. Apesar da recente eliminação de Casey durante os resultados do TOP 6, continuo achando que ele foi um dos melhores músicos que o American Idol já trouxe ao público. Só tenho a desejar boa sorte a ele e certamente continuarei acompanhando seu belo trabalho.
Apesar dos pesares, a série continua. Interessantíssima esta temporada, muita gente talentosa, estilos variados para todos os gostos. Do pop ao rock, do metal ao country e blues.

Nessa balela de gente, outros competidores também se destacaram ao meu olhar.

James Durbin com apenas 22 anos de idade, nascido na cidade americana Santa Cruz, Califórnia, impressiona todos a cada apresentação. Seu poder vocal é exuberante, sua voz tem força e presença. O cara consegue alcançar notas inimagináveis, e faz isso, sem o menor esforço. O cidadão até hoje só arrancou elogios dos jurados. Steven Tyler inclusive comprometeu-se a cantar com ele, caso chegue na final do programa. Vai ser incrível. Particularmente agora, mais do que nunca, torço para James e sempre torcipara Casey, afinal, o estilo deles me cativa. Eis alguns vídeos de James:



Outra guriazinha que me cativou MUITO, foi Haley Reinhart. Ela é linda, simplesmente linda, e além de tudo, tem uma voz fenomenal. Não vou me estender muito pois o post já está longo.





 




É, ao ver tudo isso, tenho em mente que o futuro da música não está perdido, mas ao contrário, está em boas mãos. Ao analisar todo o contexto desta temporada chegamos a conclusão; sim, ela é uma das melhores entre todas, se não for, a melhor. A reunião de três lendas da música como jurados, junto com esse conjunto de feras insaciáveis, com muita sede de música, tornaram esse show mais perfeito do que nunca.

Para acompanhar e votar online visite o site oficial do show
O programa vai ao ar todos os sábados e domingos nos canais Sony e Sony HD às 20 horas.

Enjoy!

segunda-feira, 2 de maio de 2011

Tyler Ward. Um dos melhores achados no Youtube.

Tyler Ward
Hoje em dia para muitos músicos, é difícil encontrar um sujeito que faça três minutos de uma canção valer à pena. Essa é a minha opinião, sou extremamente crítico em relação à música. Entretanto, meses atrás estava vagando pela internet, mais especificamente navegando no Youtube e encontrei um cover interpretado por este sujeito. Teenage Dream, originalmente escrita por Katy Perry, Bonnie McKee, Lukasz Gottwald, Max Martin, Benjamin Levin e interpretada pela belíssima Katy Perry, foi o início para chamar a minha atenção. O estilo é cativante, a produção, na medida. Transformar uma música como esta não é tarefa fácil, afinal, ao meu ver, a canção original já é muito boa, tanto em relação a melodia como na letra. O que Tyler fez foi deixar a música com a cara dele, e cá pra nós, ficou perfeita. Recriar, gravar, mixar e produzir é uma tarefa árdua, e o cara fez tudo sozinho, realmente merece o mérito. Aqui está o resultado para quem não conhece. 


Bom né? O melhor ainda, é que não para por aí. Tyler tem mais trabalhos interessantíssimos. Os mais recentes incluem suas versões de Till The World Ends, originalmente interpretada pela aclamada cantora pop Britney Spears e Born This Way, canção original de Lady Gaga.








Tyler Ward como bom músico e produtor, também compõe. Sua última criação chama-se Falling e tem participação da belíssima jovem Alex G. que o acompanha há um bom tempo em suas produções. Segue o vídeo:





Bom, em suma, o cara é bom. Tem ideias extraordinárias e dá nova vida às músicas bem populares. Por se tratar de um estilo mais light, creio que é de agradar muita gente. Um bom violão e voz, sempre é bem-vindo para os verdadeiros apreciadores desta bela arte chamada música.

Os singles de Tyler você pode adquirir na iTunes Store e custam em média U$ 1,29. Preço justo pelo belo desempenho.


Para conhecer melhor o trabalho dele, recomendo que acessem seu canal no Youtube e seu site oficial.

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